RECONHEÇA O TEMPO QUE VIVEMOS

Entender o que vivemos, para não ter medo de viver segundo a fé.

É importante entender que vivemos em um tempo difícil, complexo.
Crise na política, na economia, na fé!
As pessoas parece que perderam o rumo, o norte. Sem destino, sem direção, muitos não sabem o que querem estudar, onde querem trabalhar, quem querem ser.
A vida parece cada dia mais difícil. Compreender os mistérios e desvendar os sonhos, cada dia algo mais difícil de se realizar.
A moral, a ética, os conceitos estão sendo deixados de lado. Não se conhece mais o que é arte, cultura, trabalho. Alguém pode dizer que uma simples apresentação trata-se de uma reveladora apresentação cultural, pois não existem mais padrões estruturais que determinem o que é arte, e tudo que se produziu, ficou para trás.
Acusam a Igreja de ser contra o desenvolvimento da humanidade, alegando que a mesma impediu e circunsonou a ciência, durante séculos, e, apenas com o evento do iluminismo, a arte, cultura e literatura realmente foram abertas ao mundo, iniciando um processo de descentralização do mundo ao redor da Igreja, tornando-o um lugar melhor para se viver.
Vivemos de fato, em tempos difíceis.
Não é verdade, que a Igreja atrasou a ciência, a verdade, é que o conceito de ciência hoje, foi diminuído, quebrado, maculado. A ciência tornou-se alvo das ciências sociais, e somente depois desta análise social, e do aval de diversos especialistas, é que se pode dizer se é aplicável ao mundo real, ou não.
Em muitos casos isso acontece.
Tecnologia e perfeição, em todos os detalhes.
Estive, em Julho do ano passado, na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Observar cuidadosamente cada altar, cada canto, e perceber a ciência, tecnologia, arte, cultura que está presente naquele lugar, é quando podemos observar de fato o que está envolto hoje na Igreja.
A Igreja sempre foi conhecida por ser grande, corajosa, dinâmica e intrinsecamente contrária ao mundo.
Napoleão reservou-se ao direito de tomar o Papa como seu prisioneiro, durante a Revolução Francesa. Pobre homem! A Igreja sobreviveu a este, e a milhares de outros atentados.
Precisamos perceber, que, de fato, os tempos que vivemos são difíceis, e que não temos muito como resolver os problemas que estão no mundo, mas que é nossa missão, anunciar o Reino dos Céus.
Como bons Católicos, sejamos nós a fonte de água viva que jorra do peito aberto de Jesus, com o sangue da Misericórdia, repleto de coragem e atitude, para conservar nossos valores, nossas famílias, nossa fé!
A Basílica de São Pedro, bem como todo o que se encontra em posse do Vaticano ( Igrejas por todo o mundo) revelam que a tecnologia, desenvolvimento, cultura e arte disponíveis em todas as épocas, encontram-se quase que em totalidade dentro dos templos e propriedades Católicas.
A Igreja nunca foi contra o progresso, mas a Igreja sempre avisou, que quando o mundo desenvolvesse-se demasiadamente, não haveria necessidade de um Deus, e que a apostasia chegaria.
Predito por profetas, escrito e mantido por milhares de anos, este é o legado de uma Igreja pobre, sofrida e que passa pelo Calvário: O melhor do ouro, prata e riquezas, dadas por homens que não sabem como agradecer a um Deus tão grande, honrado, que não mente, não engana, não cansa de chamar.
Agradeçamos todos os dias à Deus, por nossa vida, nossa história, nossos sentimentos, sinais, as maravilhas que Jesus trouxe para nós, através da revelação de seu Pai e agora Nosso Pai, Deus Onipotente, Todo Poderoso, digno de toda honra e toda glória, pelos séculos dos séculos, amém.





Administrador Geral do Projeto CastidadeSIM, Thiago Finger é conservador,  jovem com 22 anos, responsável por toda a rede de evangelização.
Escreveu diversos artigos relacionados a fé Católica, é estudante do segundo ano do curso de História pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE
Participou da JMJ Rio 2013 e JMJ Cracóvia 2016.
Coordenador do Grupo de Jovens Cristo Rei, pela Pastoral da Juventude no município de Toledo.

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