O AMOR É DE DEUS, NÃO DOS HOMENS!
O verdadeiro amor
“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e
de todas as tuas forças.” Dt 6, 5;
“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse
amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que
tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a
ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse
os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse
toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o
meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me
aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o
amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com
indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita
mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre,
tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo
profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo
ciência, desaparecerá;” 1 Coríntios 13, 1 – 8;
“Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares,
gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares,
perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa
senão o amor serão os teus frutos.” Santo Agostinho
Somos chamados por Deus a vivermos o amor em sua essência e, toda a
essência do amor vem de d’Ele, somente de d’Ele. O verdadeiro amor vem
de Deus, fora disso, tudo é ilusão, mentira, engano, doença...
Se amarmos a Deus em primeiro lugar e, a partir desse amor, também
amarmos o nosso próximo, alcançaremos a liberdade dos filhos de Deus. O
verdadeiro amor nos proporciona uma liberdade e uma felicidade
sobrenatural, nos livra da libertinagem, da escravidão, da morte, etc.
Ser livre não é usar da liberdade para se fazer o quer. Ser livre é amar
a Deus em primeiro e, por causa desse amor, ter sempre o cuidado de não
ofendê-Lo, não contrariando os seus santos mandamentos de amor. As
proibições de Deus são para o bem de seus filhos e não para sua ruína,
portanto, se faz necessário obedecê-las, se quisermos alcançar a
felicidade. As pessoas estão confundindo liberdade com libertinagem.
“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu
não me deixarei dominar por coisa alguma.” (1 Cor 6, 12;).
O amor pregado pelo mundo é ciumento, inseguro, possessivo, pegajoso, dependente, sufocante, etc... Nos relacionamentos predomina a posse, onde, a pessoa com que se relaciona é propriedade única e exclusiva da outra. É um amor que mata o outro, se por acaso este deixar o aquele; usa-se o discutir que se ela não for minha não será mais de ninguém. Falta amor, está faltando às pessoas se amarem no amor de Deus. Hoje, se mata uma pessoa como se mata o inseto qualquer, as pessoas são tratadas como bichos e/ou mercadorias, a violência está cada vez se alastrando na sociedade; isso é conseqüência do afastamento do amor de Deus. Irmãos e irmãs, sigamos o mandamento de amor que Deus deixou para nós, pois só assim, teremos uma vida de muita felicidade, paz e santidade. São João, falando do amor, nos deixou escrito: “Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo o seu Filho único, para que vivamos por ele. Nisto consiste o amor: não em termos nós amado a Deus, mas em ter-nos ele amado, e enviado o seu Filho para expiar os nossos pecados. Caríssimos, se Deus assim nos amou, também nós nos devemos amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos mutuamente, Deus permanece em nós e o seu amor em nós é perfeito. Nisto é que conhecemos que estamos nele e ele em nós, por ele nos ter dado o seu Espírito. E nós vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho como Salvador do mundo. Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele. Nisto é perfeito em nós o amor: que tenhamos confiança no dia do julgamento, pois, como ele é, assim também nós o somos neste mundo. No amor não há temor. Antes, o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor envolve castigo, e quem teme não é perfeito no amor. Mas amamos, porque Deus nos amou primeiro. Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê. Temos de Deus este mandamento: o que amar a Deus, ame também a seu irmão.” (1 João 4, 7 – 21;) Portanto, é preciso que vivamos o amor supremo de Deus, urgentemente. Deus nos abençoe!
Davi, membro administrador da página Castidade. Eu Escolho, eu digo sim.


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